yeah!
(Source: arztriper, via womenreading)
Eu, eu mesmo e a vida. Nessa brincadeira, quem sabe não nos trombamos ?
yeah!
(Source: arztriper, via womenreading)
(Source: the-dark-knight-reblogs, via fuckyeahdementia)
É, eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia
Hm, cachaça! E não, não é pra mim isso =)
Marie-Augustin Zwiller
Late 19th - early 20th century
(via womenreading)
You’ll always be mine, always and never. Never. The Fire, baby. It’ll burn us both. It’ll kill us both. There’s no place in this world for our kind of fire. Always and never.
Sin City
(via forlovers)
People get older
People get hurt
I understand this
I don’t understand why people care if I smoke or not
(via forlovers)
A lua quando brilha
Falo de amor
No gingado desse xote
Sinto o teu calor
Se tem alguma coisa que é extremamente irritante hoje em dia é a mania de se eufemizar tudo. Sem desmerecer questões como o bullying, mas convenhamos que há um certo em exagero na questão (sim, generalizar é um problema sério… não entremos nessa discussão).
Nos filmes, por exemplo, algumas poucas frases impactantes acabam marcando um personagem, como o Capitão Nascimento no Tropa de Elite. Mas nem de longe é possível comparar “aquilo” com Lima Duarte perguntando “quem foi que desenhou caralhinhos voadores na parede”. Clássico de uma geração anterior.